Katchafire

O verão está chegando e eu, particularmente, gosto muito de curtir a praia ouvindo um reggae.

Quando viajei pela Nova Zelândia, um amigo colocou no carro um cd de uma banda chamada Katchafire. De imediato, vi que não era um reggae igual aos outros, tinha características dos nativos, chamados Maoris. Um tipo de som que eu curto até hoje, que traz paz e boas vibrações para aproveitar o dia.

Logo descobri que a banda era a mais famosa do país e fazia show por toda Nova Zelândia, Austrália e ilhas do Pacífico.

A banda, formada 1997, começou como tributo a Bob Marley e depois começou a compor canções próprias. Seus dois primeiros álbuns Revival (2003) e Slow Burning (2005) ganharam disco duplo de platina e disco de platina, respectivamente. Este ano a banda recém lançou o álbum Say What You're Thinking.

Componentes:

Ara Adams-Tamatea (baixo)

Jordan Bell (bateria)

Jamey Ferguson (teclado, saxofone, vocal)

Haani Totorewa (teclado, guitarra, vocal)

Logan Bell (guitarra, vocal)

Grenville Bell (guitarra)

Thompson Hohepa (guitarra, vocal)

Leon Davey (percussão, harmônica, vocal)


Ouça as músicas:

Giddy Up



Hey Girl



Se tu te interessaste eu recomendo que visite a comunidade do Katchafire no Orkut. Lá tu vais encontrar os álbuns para baixar.

AMY WINEHOUSE


Uau!
Ví uns 3 shows desta mulher e confesso que saí do sério...ela é fora de série...
Tem gente - e é muita gente - que acredita que certos artistas ganham notoriedade entre crítica e público quando o rock perde seu poder de contestação (será que o rock tem tanto poder assim?). E, vá lá, não é mentira: no vácuo entre os anos 80 e o rock do Nirvana - que virou a cara da década passada - foram dar atenção para o revisionismo hard rock do Guns N`Roses, para o soul-rock de estúdio de Lenny Kravitz, etc. Hoje, momento em que quase ninguém sabe qual é a banda dos anos 00 e vários grupos, ao mesmo tempo, parecem ter se fixado (ou não) na cabeça do ouvinte, parece haver espaço para tudo - e numa velocidade impressionante.Numa dessas, foram descobrir que músicos influenciados por aquele tipo de sonoridade que você ouve na rádio Antena 1 (sem merchan, galera!) podem dar certo - e nessa, cabe de tudo, desde o rock-de-piano de Keane e Ben Folds Five (e Coldplay), o soul de fácil audição de James Morrison, as baladinhas praieiras e meio anos 70 + 80 de Jack Johnson, etc. No meio indie, tem gente dando trela pro papo hippie de Devandra Banhart - aquele norte-americano maluco fanático por Caetano Veloso e Mutantes - mas aí é outro lance. E não, nem vou tentar meter essa teoria doida da "falta de contestação" no meio disso tudo aí. Tenho mais o que fazer.No caso da inglesa Amy Winehouse, branca, 23 anos e vocal de cantora negra bem mais velha, a "influência" vem com aparência de Dreamgirls, o filme estrelado por Beyoncé Knowles, que conta a história das Supremes. A carreira de Amy já existe há algum tempo e ela já teve influências de hip hop e jazz em seu primeiro disco, Frank (2003), sem muito sucesso. Num meio recheado de gente que tenta recriar os "sons de uma época" - coisa que acontece bastante no rock, em grupos "oitentistas" modernos como She Wants Revenge - ela ajuda a criar a demanda por uma sonoridade que é totalmente voltada para o soul pré-fabricado dos anos 60.Em seu disco novo, Back to black, até a qualidade de gravação lembra essa época. Para fazer um link com o que se espera do pop atual, até o visual dela (lembrando uma diva na capa do primeiro disco) sofreu uma repaginada, com cabelos revoltos, aparência mal-dormida e algumas tatuagens à mostra.Em Back to black, que tem apenas composições dela própria (algumas em parceria), Amy revisita o som de girl-groups como Martha Reeves & The Vandellas, Supremes e Shangri-Las (esse, com direito a agradecimento no encarte) em faixas como "Tears dry in their own" e no primeiro hit, "Rehab". Esta, por sinal, é barra pesada - a letra - cujo título, em bom português, é "reabilitação" - trata dos problemas da cantora com o álcool, já conhecidos publicamente ("eu e a bebida temos uma relação bem intensa, de amor e ódio", confessou ela com exclusividade para um jornal brasileiro, recentemente). Músicas como "You know I'm no good" e "Love is a losing game" poderiam ter saído da mão de um Otis Redding e estar no repertório de uma Aretha Franklin - o que não é motivo para ninguém sair endeusando a moça (como diz o ditado: notícias, sucessos pop, salsichas, mariola... se for consumir, melhor não ver como nada disso foi feito). Nas letras, Amy larga qualquer condição de musa soul que o mercado poderia lhe impor e vem com uma carga pesada - problemas existenciais, relacionamentos complicados, etc. ( Iuri Lin, com dados da Rolling Stone)
Back to Black (2006)

Nenhum de Nós lança novo CD no Cafezinho

Em 2007, a banda “Nenhum de Nós” comemora 20 anos de carreira. Com o projeto “Nenhum de Nós a Céu Aberto” eles resumem sua longa e bem-sucedida trajetória. O álbum apresenta duas canções inéditas compostas recentemente, “Desejo” e “Santa Felicidade”. Além disso, a banda apresenta novas soluções de arranjos, predominantemente elétricos, para seus principais sucessos como “Camila, Camila”, “Paz e Amor”, “O Astronauta de Mármore”, “Você Vai Lembrar de Mim”, “Amanhã ou Depois” e “Vou Deixar Que Você Se Vá”, entre outros. O “Nenhum de Nós” é uma das raras formações brasileiras a cruzar a marca de 20 anos sem alterar sua formação. Pelo contrário, trio original (Sady, Carlos e Thedy) incorporou os integrantes Veco e Vicenti ao longo dos anos 80. O quinteto é uma das poucas bandas a contabilizar mais de 1.300 apresentações. Trata-se de uma das mais sólidas carreiras do universo pop&rock brasileiro.


1. Dança do Tempo
2. Camila Camila
3. Você Vai Lembrar de Mim
4. Santa Felicidade
5. Amanhã ou Depois
6. Julho de 83
7. Obsessão
8. Eu Não Entendo
9. Diga a Ela
10. Sobre o Tempo
11. Paraíso
12. Da Janela
13. Extraño
14. Desejo
15. Igual a Ti
16. Vou Deixar que Você se Vá
17. Paz e Amor
18. O Astronauta de Mármore
19. Santa Felicidade - Faixa Bônus

Rihanna leva prêmio no World Music Awards

A cantora de Barbados Rihanna participou da cerimônia de entrega do World Music Awards celebrada na cidade de Monte Carlo, capital do principado de Mônaco.

Rihanna ganhou o prêmio de Artista Pop Feminina que mais vendeu. Na mesma categoria masculina o vencedor foi o libanês Mika, autor do sucesso Grace Kelly.

Trajando um vestido preto, com saia bufante de tule e um sapato de saltos vermelhos, Rihanna cantou seu megahit Umbrella.

A cerimônia foi conduzida pelo astro da série Nip/Tuck, Julian McNahon e teve apresentações de Céline Dion, Avril Lavigne, Akon, 50 Cent, Patti LaBelle, entre outros.

O prêmio é entregue de acordo com as vendas de discos, por isso apóia a causa dos artistas contra a pirataria, já que apenas as cópias legais são consideradas no prêmio.


Fonte: Terra